Escola mais alta do mundo leva acesso a crianças no Tibete

A escola mais alta do mundo está localizada em Phumachangtang, no Tibete, a 5.373 metros de altitude. Construída em 1986, ela atende crianças de comunidades nômades, garantindo acesso à educação em uma das regiões mais remotas do planeta
Crianças estudando na escola mais alta do mundo no Tibete, com montanhas nevadas ao fundo
Alunos uniformizados aprendem em uma escola localizada a mais de 5.000 metros de altitude no Tibete DALL-E

A escola mais alta do mundo, localizada em Phumachangtang, no Tibete, é uma boa notícia que mostra até onde a educação pode chegar. Funcionando desde 1986, a instituição está a 5.373 metros acima do nível do mar e atende crianças de comunidades nômades que antes não tinham acesso fácil ao ensino.

A altitude impressionante não impediu a construção e o funcionamento dessa escola, que se tornou um símbolo de superação geográfica. Em um local de difícil acesso, com ar rarefeito e clima severo, a escola oferece oportunidades reais de aprendizado para crianças que vivem isoladas do sistema urbano.

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Escola mais alta do mundo é boa notícia para comunidades em regiões remotas

A existência da escola mais alta do mundo é uma vitória para a inclusão educacional. Crianças que antes caminhavam por horas ou desistiam de estudar agora têm acesso ao ensino perto de casa. O espaço conta com professores preparados para lidar com os desafios da altitude e com estruturas adaptadas à realidade local.

A boa notícia é que esse modelo inspira outros países a investirem em escolas para áreas de difícil acesso. O exemplo tibetano mostra que, com esforço conjunto e políticas voltadas à educação, é possível levar conhecimento a qualquer lugar — mesmo no topo das montanhas.

A escola ainda representa uma conquista para os direitos das crianças, garantindo que a localização geográfica não determine o futuro de uma geração.

Educação que ultrapassa fronteiras físicas e sociais

Além da conquista técnica de manter uma escola ativa a mais de cinco mil metros de altitude, o impacto social também é motivo de celebração. A escola do Tibete contribui para a preservação da cultura local e oferece mais do que ensino: oferece perspectivas.

A escola mais alta do mundo é prova de que o compromisso com a educação rompe barreiras. Ela demonstra que o acesso ao conhecimento pode ser universal, mesmo em locais extremos. Para as famílias tibetanas, é uma porta aberta para o futuro.

Essa iniciativa mostra que, mesmo diante de grandes desafios, é possível transformar vidas com educação. E isso, sem dúvida, é uma boa notícia que merece ser celebrada e compartilhada.

Foto de Selene Miranda

Selene Miranda

Selene Miranda Facó é jornalista formada pela Universidade de Fortaleza (UNIFOR). Possui experiência em redação multiplataforma e produção jornalística, e integra a equipe do Boa Notícia Brasil, contribuindo com conteúdos informativos pautados por ética profissional, checagem de informações e compromisso com o interesse público.

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