Nova lei amplia acesso ao diagnóstico tardio no Brasil

Nova lei amplia diagnóstico de TEA para adultos e idosos, corrige lacunas históricas e fortalece inclusão.
Nova lei diagnóstico autismo p- Profissional de saúde segurando fita colorida com padrão de peças de quebra-cabeça, símbolo associado ao autismo.
Fita que representa a diversidade dentro do espectro do autismo em destaque no uniforme profissional. Crédito: Divulgação / Medicina S/A.

A nova lei para diagnóstico tardio do autismo sancionada em 2025 marca um avanço importante ao ampliar o acesso ao diagnóstico de TEA para adultos e idosos no país. O conteúdo divulgado pela Medicina S/A, com base em informações da Agência Câmara, explica que a atualização integra novas diretrizes à Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista, reforçando ações de identificação ao longo da vida.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva autorizou a mudança que incorpora um novo inciso à Lei 12.764/12. Embora a legislação anterior já garantisse direitos, especialistas apontados pela fonte destacam que a realidade adulta ainda enfrentava lacunas. Além disso, o deputado Zé Haroldo Cathedral, autor da proposta, lembrou que “a discussão na fase adulta ainda é restrita e muitas vezes negligenciada”. Assim, o conteúdo mostra como a atualização busca corrigir essa defasagem histórica, especialmente porque muitos brasileiros passaram décadas sem avaliação clínica adequada.

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Impactos da Nova Lei de Diagnóstico do Autismo

Segundo o IBGE, 2,4 milhões de brasileiros possuem diagnóstico confirmado, porém grande parte recebeu identificação apenas na infância. Entretanto, o novo marco permitirá que adultos e idosos tenham acesso ampliado ao atendimento especializado, corrigindo diagnósticos antigos de ansiedade, depressão ou esquizofrenia citados pela Agência Câmara. Além disso, a nova norma diagnóstico autismo fortalece políticas públicas ao incluir essa etapa da vida em ações estruturadas de saúde pública e inclusão.

A Nova Lei de Diagnóstico do Autismo e os direitos ampliados

Embora cada avaliação dependa de equipes qualificadas, a atualização abre portas para que mais pessoas acessem direitos já previstos. Por essa razão, a nova regra diagnóstico autismo dialoga com temas como diversidade, identificação adequada, bem-estar e neurodesenvolvimento.

Diagnóstico estendido e inclusão aprimorada

Essa expansão representa um passo relevante para ampliar o acesso ao diagnóstico tardio, e especialistas indicam que a medida pode estimular novos estudos sobre atendimento especializado. A partir desse cenário, a tendência é que adultos e idosos encontrem caminhos mais claros para compreender suas necessidades e construir rotinas de maior bem-estar.

Foto de Alessandra Martini

Alessandra Martini

Alessandra Martini é jornalista formada pela PUCRS, com MBA em Sustentabilidade. Atua no Boa Notícia Brasil na produção de conteúdos informativos sobre cidadania, educação, ciência e iniciativas de impacto positivo, pautada por ética e checagem de informações.

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